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A fantasia de uma casa inteligente é que ela irá nos poupar tempo e esforço

Kashmir e Surya converteram seu pequeno apartamento em São Francisco em uma smart home. Instalaram praticamente tudo o que encontraram de conectável no mercado: cafeteira, luzes, monitor de bebes, brinquedos, escova de dentes, TV, sex toys e até a própria cama. Depois ativaram um roteador especial para monitorar os aparelhos que os estavam monitorando!

Kashmir (via Gizmodo): After a week of living in my newly smartened home, I could tell why the Beast was always in such a bad mood: The animate objects in my home were becoming a constant source of annoyance. I thought this was going to be a story about privacy, but instead I was finding out how infuriating it is to live in a junky smart home.
I had to download 14 different apps to my phone to control everything, which meant creating an account for each one of those apps. After setting them up, I thought I’d be able to control all the devices by issuing voice commands to Alexa via the Echo—the smart speaker that we’ve been using for the last year as a glorified timer and music player— but this did not go as well as I had hoped.

Aparelhos conectados á Internet passam o dia enviando dados acerca do que observam em sua casa para os seus respectivos fabricantes. A solução do drama [e eu nem estou me referindo às questões de segurança e privacidade] experimentado por Kashmir e Surya, passa pela instalação de um hub inteligente capaz de integrar de modo "seamless" todos esses aparelhos. Este hub ainda não existe. Sabíamos que mais dia menos dia os agentes do caos seriam disponibilizados a quem se dispusesse a experimentá-lo. Esse dia finalmente chegou.