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#191 - SpaceX: 2024, o ano em que pisaremos em Marte

Boa sexta-feira galera. A declaração é de Elon Musk, via Twitter, no último dia 21/9. Quando questionado sobre um prazo otimista para a construção de uma base marciana, Musk respondeu: "Probably 2028 for a base to be built".

SpaceX (site):
Our aspirational goal is to send our first cargo mission to Mars in 2022. The objectives for the first mission will be to confirm water resources, identify hazards, and put in place initial power, mining, and life support infrastructure.
A second mission, with both cargo and crew, is targeted for 2024, with primary objectives of building a propellant depot and preparing for future crew flights.
The ships from these initial missions will also serve as the beginnings of the first Mars base, from which we can build a thriving city and eventually a self-sustaining civilization on Mars.

crédito: SpaceX

Ryan Withwam (Extreme Tech):
This timeline loosely matches what SpaceX has said about its BFR plans in the past. The first test flights should take place in the coming years so the company can confirm the BFR works before stuffing people into it.
In past speeches, Musk has said SpaceX plans to send a pair of unmanned BFR spacecraft to Mars in 2022, followed by two more in 2024. That year could also see two crewed BFR rockets head to the red planet.
Each of the unmanned rockets could carry up to 100 tons of supplies to begin building the colony. These six rockets would form the backbone of an early base that would expand as more people move there.

2  Duas das equipes que participaram do Google Lunar XPrize decidiram seguir carreira comercial e irão prestar serviços de exploração lunar para clientes governamentais e privados, incluindo transporte de cargas, procura por água e outros minerais.

A japonesa Ispace levantou $90 mi USD de investidores como a KDDI (telecom) e a agênica Dentsu (publicidade). A outra empresa, a israelense SpaceIL já contratou a SpaceX para levar sua espaçonave até a Lua em fevereiro de 2019.




3   A canadense GHGSat, fabricante de satélites, anunciou ter levantado $10 MM USD em um novo fundo para construção de dois aparelhos aperfeiçoados a partir do modelo Claire (orbitando a Terra desde 2016), para serem utilizados na localização de vazamentos de metano e outros gases como o dióxido de carbono.

O Claire tem monitorado emissões antropogênicas de mais de 2000 sites por todo o planeta. Os novos modelos trarão uma melhoria de performance de uma ordem de magnitude, segundo Stéphane Germain, presidente da GHGSat.

A empresa também trabalha com um ramo do governo da Austrália para localizar vazamentos em minas de carvão e mais um outro contrato em Québec no qual identifica vazamentos de metano e dióxido de carbono no reservatório de uma usina hidroelétrica naquela província.

John Fialka (Scientific American):
In an interview, Germain also said his company has had a “long-standing collaboration” with the Environmental Defense Fund, an environmental group based in New York that is planning to build and launch what it calls MethaneSAT.
The EDF satellite will have the ability to measure and map emissions from oil and gas fields around the world. “We’re looking forward to collaborating with them,” Germain said, noting that the EDF satellite is being built to find methane leaking within a 1-square-kilometer area.
Claire, which can sense leaks within an area of 25 square meters, could use the information to locate the specific leak, he explained

4  A Estação Espacial Internacional (ISS) já recebeu investimentos da ordem de $100 bi USD e é importante maximizar o retorno aos pagadores de impostos, disse o Senador Ted Cruz.

O Congresso estuda estender o financiamento após 2024 e até 2030, caso a iniciativa privada não assuma o projeto. Entregar a ISS para a iniciativa privada também significa canalizar recursos para a montagem da nova estação espacial (Gateway) na órbita da Lua, cujos recursos (ref. 2018 e 2019) foram aprovados pelo Congresso americano no início desse ano.

5  A United Lauch Alliance anunciou nesta quinta-feira (27/9) a escolha dos motores modelo BE-4 da Blue Origin para equipar a sua nova geração de foguetes Vulcan Centaur.



BE-4 exposto na conferência espacial do Colorado em abril. (Blue Origin)

Alan Boyle (Geek Wire):
Blue Origin CEO Bob Smith said he was “very glad” to see the BE-4 engine selected as the Vulcan rocket’s prime propulsion system.
“United Launch Alliance is the premier launch service provider for national security missions, and we’re thrilled to be part of their team and that mission,” said Smith, who took on the CEO role for Bezos’ venture last year. “We can’t thank Tory Bruno and the entire United Launch Alliance team enough for entrusting our engine to powering the Vulcan rocket’s first stage.”
The announcement caps what United Launch Alliance CEO Tory Bruno has said will be a multibillion-dollar partnership on the Vulcan project. The rocket is designed to send up to 56,000 pounds of payload to low Earth orbit.
Using Blue Origin’s BE-4, a 550,000-pound-thrust engine that’s fueled by liquefied natural gas, would follow through on Congress’ requirement that ULA stop using Russian-made RD-180 engines.

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6  O Twitter avalia punir usuários por tratamento desumano, não só de pessoas individualmente mas também de grupos identificáveis. As novas políticas estão em desenvolvimento mas a empresa quer saber a opinião dos usuários antes de implementá-las: "Creating new policites together" Faz sentido.

7  A Securities and Exchange Comission abriu um processo contra Elon Musk por conta das declarações dadas via Twitter, nas quais alegava ter garantido de investidores a quantia necessária para fechar o capital da Tesla. O montante permitiria pagar $420 USD por ação. A punição, caso seja aplicada, pode resultar no impedimento de Musk para assumir cargos de comando em empresas de capital aberto.




São Paulo, 28 de setembro de 2018