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Estado de Vigilância Total: seria o preço a pagar quando a segurança sai fora de controle?

A China é uma líder global na utilização de alta tecnologia de vigilância baseada em inteligência artificial, segundo artigo de Josh Chin para o WSJ. Policiais chineses usam óculos equipados com tecnologia de reconhecimento facial [apostaria que se trata de um clone do Google Glass] para identificação de suspeitos de crimes em meio à multidão. O sistema, acessa um centro de processamento remoto para obtenção de dados sobre os indivíduos. O retorno de informações é quase instantâneo.



Neil Connor (Telegraph): Police at the Zhengzhou East Railway Station have arrested seven people who were suspected of being involved in kidnapping and hit-and-run cases during an operation which began last week, media reported.They have also held another 26 people who were using fake identification cards.The scene would not look out of place in an episode of science fiction television drama Black Mirror, which often depicts dark scenarios of humans being overcome by technology. China is deploying new technologies to monitor people in ways that would unnerve many in the West.
O governo chines já tem instaladas 180 milhões de câmeras - praticamente uma para cada habitante se estivessem no Brasil, com planos de multiplicar aquele número por 3,5 nos próximos dois anos. O vídeo Life Inside China's Total Surveillance State nos dá uma boa pista de como se cria o chamado Estado de Vigilância Total. Seria esse o preço a pagar por uma vida mais segura em grandes metrópoles como o Rio de Janeiro e outras capitais brasileiras que se destacam entre as mais violentas do mundo?