Skip to main content

#117 - Celular dobrável da Samsung pode vir em 2019

Boa segunda-feira galera. A Samsung deve lançar em 2019 um smartphone dobrável como prevíamos há anos. Espera-se um aparelho com inovações a altura de uma "versão 10", assim como fez a Apple ao criar o iPhone X. O Galaxy X, se assim for chamado, terá um par de telas Super AMOLED que irão parecer uma só quando alinhadas. Outra novidade seria a incorporação do sensor de fingerprint sob a tela, dando fim a péssima ideia do leitor instalado na traseira do aparelho. Tamanha inovação, contudo, não virá sem uma contrapartida no preço. O novo brinquedo da Sammy pode custar a bagatela de US$2,000 nos EUA! Aí, pelo menos no Brasil, não vai rolar!

crédito: percept.it

Economia e Política

2   Marina Silva não era apenas um recall de eleições passadas, a considerar a mais nova pesquisa da XP publicada sexta-feira (15/6). O "nem sou de direita nem de esquerda, estou à frente" pode colar num eventual segundo turno.



3   Já Bolsonaro, mesmo num viés de baixa, continua na liderança das pesquisas. Veja a evolução detalhada da sua candidatura nas 4 últimas semanas.



4   Os EUA anunciaram na última sexta-feira (15/6) mais tarifas à China, desta feita em produtos de tecnologia. Para Donald Trump:
These tariffs are essential to preventing further unfair transfers of American technology and intellectual property to China, which will protect American jobs.
David Lawder (Reuters):
U.S. Customs and Border Protection will begin collecting tariffs on 818 product categories valued at $34 billion on July 6, the U.S. Trade Representative’s office said.
The USTR official said the tariffs were aimed at changing China’s behavior on its technology transfer policies and massive subsidies to develop high-tech industries. The United States now dominates those industries, but Chinese government support could make it difficult for U.S. companies to compete. 
And USTR added tariffs on another 284 product lines, valued at $16 billion, targeting semiconductors, a broad range of electronics and plastics that it said benefited from China’s industrial subsidy programs, including the “Made in China 2025” plan, aimed at making China more competitive in key technologies such as robotics and semiconductors.
The USTR official said the tariffs were aimed at changing China’s behavior on its technology transfer policies and massive subsidies to develop high-tech industries. The United States now dominates those industries, but Chinese government support could make it difficult for U.S. companies to compete.
Trump’s tariffs did gain some support from an unlikely source, U.S. Senate Democratic leader Charles Schumer, who called them “right on target”."China is our real trade enemy, and their theft of intellectual property and their refusal to let our companies compete fairly threatens millions of future American jobs,” Schumer said in a statement.
5  A Austrália pode banir a Huawei de sua infraestrutura de redes 5G alegando riscos de segurança por tratar-se a Huawei de uma empresa controlada pelo governo chines. A utilização de sua tecnologia colocaria uma infraestrutura sensível do país nas mão de Beijing, segundo a mídia australiana. A Huawei, por sua vez, refutou tais as alegações em uma carta aberta divulgada nesta segunda-feira (17/6).


Colin Packham (Reuters):
Huawei, the world’s largest maker of telecommunications network equipment and the No. 3 smartphone supplier, has already been virtually shut out from the giant U.S. market because of national security concerns.
Australia has longstanding concerns about Huawei. In 2012 it banned the company from supplying its massive National Broadband Network, and in May Canberra committed millions of dollars to ensure Huawei did not build an internet cable between Australia and the Solomon Islands.
A decision on 5G would come amid a low in Beijing-Canberra relations. Canberra is preparing to pass laws designed to limit Beijing’s influence in domestic affairs following criticism by Australian Prime Minister Malcolm Turnbull late last year that Beijing was meddling in its affairs.

Aeronáutica e Espaço

6   Obter $40 mi USD para desenvolver um lançador de satélites baseado numa catapulta não é uma empreitada fácil para ninguém. Todavia é o que ocorreu com a SpinLaunch uma startup da Califórnia criada em 2014 com esse exato propósito. 

Ashlee Vance (Bloomberg):
SpinLaunch plans to get a rocket spinning in a circle at up to 5,000 miles per hour and then let it go—more or less throwing the rocket to the edge of space, at which point it can light up and deliver objects like satellites into orbit.

Rather than using propellants like kerosene and liquid oxygen to ignite a fire under a rocket, SpinLaunch plans to get a rocket spinning in a circle at up to 5,000 miles per hour and then let it go—more or less throwing the rocket to the edge of space, at which point it can light up and deliver objects like satellites into orbit. The startup plans to begin launching by 2022. It will charge less than $500,000 per launch and be able to send up multiple rockets per day.

Crédito: SpinLaunch
Hangar da empresa com um veículo próprio para 
ser lançado a partir da referida catapulta

A SpinLaunch não provê detalhes do projeto e o pouco que se sabe, não passaria muita confiança se não soubéssemos que os investidores GV (ex-Google Ventures), Kleiner Perkins Caufield & Byers e Airbus Ventures estavam bancando essa ideia que, convenhamos, não tem nada de ortodoxa. Só vendo!

Cartoon

crédito: @aguedescartoon



São Paulo, 18 de junho de 2018