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#245 - Remover lixo espacial pode ser um bom negócio?

Sim, pelas contas de Nobu Okada, fundador e CEO da empresa Astroscale. Para o executivo, o governo e o setor privado já estão prontos para apoiar iniciativas de remoção de lixo espacial como um negócio rentável.

Okada anunciou no último dia 31/10 ter obtido $50 MM USD adicionais para o seu promissor negócio, dobrando os recursos de que dispunha até o momento. A Astroscale está baseada em Singapura mas mantém o seu centro de P&D em Tokyo.

O Japão tem levado a sério o apoio à empresas com atividades ligadas à área espacial. O Primeiro Ministro Shinzõ Abe anunciou em março último seus planos para criar um fundo no valor de $1 bi USD para fomentar o desenvolvimento do setor.

The company plans to use the funding to support several ongoing efforts, including the development of a technology demonstration satellite called ELSA-d.
That spacecraft, scheduled for launch in early 2020 on a Soyuz rocket, will feature “target” and “chaser” satellites to demonstrate rendezvous and proximity operations.

Espaçonave ELSA-d  crédito: Astroscale

The target spacecraft is being built by British smallsat developer Surrey Satellite Technology Ltd. under a contract announced last November. 
Its first satellite, a technology demonstration smallsat called IDEA OSG intended to measure the density of orbital debris too small to track from the ground, was lost in a Soyuz launch failure last November.


EP #080 (24/4):
O governo americano estima o potencial de 309 mil colisões de lixo espacial em 2017. O risco é real de que algumas coisas estejam se chocando na órbita da Terra e isso possa acontecer com frequência, diz o estudo da Space Surveillance Network (SSN). 
Dave Mosher (Business Insider): The reason the SSN pays such close attention is that just one major collision can have huge ramifications. A crash would create even more debris, meaning there'd be a much greater chance of more collisions in the future. 
 There's even a hypothetical, scientifically plausible, spiraling-out-of-control scenario with space junk called the Kessler syndrome.
In a Kessler syndrome event, one collision begets other collisions, and quickly spreads debris in a catastrophic chain-reaction.
A Kessler syndrome event could create an Asteroid Belt-like field of debris in large regions of space around Earth. Those zones could wind up being too risky to fly new satellites or spaceships into for hundreds of years, which would severely limit human access to the final frontier. 



São Paulo, 4 de novembro de 2018