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#281 - Detritos espaciais é tema de palestra na Agência Espacial Brasileira

"Os detritos espaciais suas implicações e aspectos jurídicos" foi o tema de uma palestra realizada na Agência Espacial Brasileira (AEB) na última segunda-feira (26/11) em Brasilia. A preocupação crescente com detritos espalhados pela órbita da Terra decorre do aumento das atividades nos últimos anos, especialmente por conta dos custos decrescentes com a produção e o lançamento de artefatos espaciais.

Agência Espacial Brasileira (aeb.gov):
Os detritos espaciais são objetos artificiais que não possuem utilidade e estão na órbita da Terra, como por exemplo, satélites desativados ou desintegrados, fragmentos de foguetes ou até mesmo ferramentas e instrumentos utilizados por astronautas durante missões espaciais”, explicou Marcelo Lopes de O. e Souza, pesquisador de Engenharia e Tecnologia Espacial do INPE.  

Para o executivo Nobu Okada, fundador e CEO da empresa Astroscale, tanto o governo quanto o setor privado estão prontos para apoiar iniciativas de remoção de lixo espacial como um negócio rentável. (EP #245)

Okada anunciou no último dia 31/10 ter obtido $50 MM USD adicionais para o seu promissor negócio, dobrando os recursos de que dispunha até o momento. A Astroscale está baseada em Singapura mas mantém o seu centro de P&D em Tokyo.

A Astroscale mostra no seguinte vídeo demonstrativo o funcionamento da sua  tecnologia de remoção de detritos.



EP #080 (24/4):
O governo americano estima o potencial de 309 mil colisões de lixo espacial em 2017. O risco é real de que algumas coisas estejam se chocando na órbita da Terra e isso possa acontecer com frequência, diz o estudo da Space Surveillance Network (SSN). 

Espaçonave ELSA-d  crédito: Astroscale



São Paulo, 30 de novembro de 2018