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Frota mundial de aviões 737 MAX no chão após decisão de Trump

Restavam poucas empresas aéreas que ainda operavam as aeronaves da Boeing modelos 737 MAX 8 e 9 no final da tarde desta quarta-feira (13/3). Com a determinação da U.S. Federal Aviation Administration espera-se a suspensão global dos voos com aquelas aeronaves.


Até o início de quarta-feira (13/3) a FAA acreditava não haver base para suspender as operações:
The FAA continues to review extensively all available data and aggregate safety performance from operators and pilots of the Boeing 737 Max. Thus far, our review shows no systemic performance issues and provides no basis to order grounding the aircraft," the agency said. 
Folha (13/3 às 21:22h):
Em nota, a Boeing, cuja sede fica em Chicago, nos Estados Unidos manteve a posição de que as aeronaves são seguras, mas apoiou a decisão de deixá-las no solo temporariamente.
“A Boeing decidiu —por uma questão de excesso de cuidado e para tranquilizar o público sobre a segurança da aeronave— recomendar à FAA a suspensão temporária das operações de toda a frota global de 371 aeronaves 737 MAX.”

A suspensão dos voos determinada pela agência europeia EASA se deu no dia anterior. "At this early stage of the Ethiopian investigation, it cannot be excluded that similar causes may have contributed to both events", disse a EASA em seu comunicado.

Ex Post #408 (12/3):
A European Aviation Safety Agency (EASA) emitiu nesta terça-feira (12/3) uma diretiva de emergência ordenando que as empresas aéreas europeias suspendam todas as operações com os Boeing 737 MAX 8 e MAX 9. A decisão ocorre após dois acidentes fatais em curto intervalo de tempo, sem que tenham sido determinadas as causas em ambos os casos.
No mais recente, ocorrido no domingo (10/3), um voo da Ethiopian Airlines que fazia a ligação entre Addis Abeba e Nairobi, Quênia, caiu seis minutos após a decolagem. Nele seguiam 149 passageiros e oito tripulantes.
737 MAX 9. Crédito: Airways Magazine


São Paulo, 14 de março de 2019

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Ex Post #412